Conta da propriedade, sem chave exposta
A cobrança é criada na conta da propriedade, com as credenciais dela. Quem está na portaria opera o terminal sem conhecer a chave, sem acessar o extrato e sem receber nada em nome próprio.
Na cobrança de ingresso, quem atende o visitante raramente é o proprietário. Com o terminal, o funcionário digita o valor e o banco confirma na tela — sem a sua chave Pix impressa em uma placa e sem a conferência de comprovante no celular.
O PixMate não retém percentual sobre o que a propriedade recebe. Eventuais tarifas de Pix são as do seu próprio banco. O uso do terminal e do sistema é contratado por plano — fale com vendas.
Cachoeiras, trilhas, mirantes, parques e propriedades rurais compartilham o mesmo arranjo: o proprietário não permanece na entrada, e quem atende precisa resolver o pagamento sozinho, diante do visitante.
A cobrança é criada na conta da propriedade, com as credenciais dela. Quem está na portaria opera o terminal sem conhecer a chave, sem acessar o extrato e sem receber nada em nome próprio.
Quem confirma é o banco, não a tela do celular do visitante. O terminal só exibe "pago" e anuncia por áudio quando o valor entra na conta. Comprovante adulterado e transferência agendada que nunca se efetiva não passam por essa verificação — e o funcionário deixa de decidir sozinho, diante da fila, se deve liberar a entrada.
O painel soma o que entrou por dia, semana, mês e ano, com filtro por terminal e exportação em CSV. Em vez de abrir o extrato e tentar reconstituir quantos visitantes passaram, o total já vem separado por ponto de cobrança.
Pedestre, meia-entrada, veículo e atividade extra convivem no mesmo terminal: o valor é digitado a cada cobrança. Onde há mais de um ponto, cada terminal fica em um deles, e o painel mostra o total de cada um separadamente.
Em um ingresso de R$ 10 ou R$ 40, um percentual sobre cada visitante representa custo relevante. O PixMate não retém percentual e não é intermediário: o valor pago é creditado na conta da propriedade, sem passar por nenhum intermediário.
Há um modo de caixa em que o atendente lança os itens, recebe em Pix ou em dinheiro e imprime a ficha de retirada. É o mesmo recurso descrito em Pix para eventos.
No teclado do terminal, diante do visitante. Um visor voltado para fora mostra quanto está sendo cobrado.
Ou lê o QR Code na tela, se preferir. O app do banco abre com o valor já preenchido, sem digitação.
O terminal exibe "pago" e anuncia por áudio. É o sinal para liberar a entrada — nada precisa ser conferido no celular do visitante.
Direto na conta bancária do titular, sem intermediário. O painel registra a cobrança no terminal em que ela foi feita.
Descreva o atrativo, quantos pontos de cobrança existem e qual banco a propriedade utiliza. A nossa equipe indicará a melhor forma de começar.