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O terminal do Pix é comandado pelo sistema que a loja já usa

O operador fecha a venda no sistema de sempre e o QR Code sobe no terminal com o valor preenchido — como o pinpad do cartão acende quando a venda vai para o crédito. O cliente aproxima o celular, o banco confirma em voz alta e a baixa volta para o seu sistema. Ninguém digita valor no aparelho nem confere comprovante.

O PixMate não retém percentual sobre a venda. Eventuais tarifas de Pix são as do banco do estabelecimento. O uso do terminal e do sistema é contratado por plano — fale com vendas.

Terminal PixMate sobre a base, exibindo na tela a cobrança por Pix com o QR Code para o cliente escanear ou aproximar o celular

O Pix ganha o terminal que ele nunca teve

Cartão e voucher têm equipamento próprio no caixa há décadas. O Pix, que o cliente já traz no celular, continua sendo cobrado por uma chave ditada em voz alta e conferido na tela do aparelho dele.

O terminal obedece ao seu sistema

Uma chamada da frente de caixa cria a cobrança e o QR Code sobe na tela do terminal daquele caixa, já com o valor. O operador não digita nada no aparelho — ele continua operando o sistema que já conhece, e o terminal responde.

Quem confirma é o banco, no caixa

O terminal exibe "pago" e anuncia por áudio somente depois que o valor entrou na conta, em tempo real. O operador não olha o celular do cliente, não pede comprovante e não chama o financeiro para conferir o extrato.

A baixa volta sozinha para o seu sistema

Assim que o banco confirma, o PixMate chama o seu webhook com o identificador que você enviou na cobrança. O pedido é baixado no seu sistema sem ninguém casar valor e horário no fim do dia. O mesmo identificador aparece no painel e na exportação em CSV.

Sem percentual por venda

A cobrança nasce na conta bancária do estabelecimento e o valor entra lá, na hora. O dinheiro não fica retido, não espera repasse no dia seguinte e não há percentual retido por transação. É a diferença em relação à maquininha de cartão.

Aproximação e QR Code na mesma tela

O cliente encosta o celular no terminal ou lê o QR Code, como preferir. Se a aproximação não se concluir no aparelho dele, o QR Code já está na tela e o pagamento segue no mesmo terminal, sem nova cobrança.

Um terminal por caixa, identificado

A chamada escolhe para qual terminal a cobrança vai, então cada caixa tem o seu. O painel separa o total e o histórico por terminal, com filtro por período e exportação em CSV.

Do sistema ao caixa, em poucos segundos

  1. O operador fecha a venda no sistema de sempre

    Nada muda na rotina dele: fecha o pedido na frente de caixa e escolhe Pix como forma de pagamento. O terminal ninguém toca.

  2. O sistema chama a API e o QR Code sobe no terminal

    A chamada diz qual terminal e qual valor. A tela voltada para o cliente mostra o QR Code e o visor externo mostra quanto está sendo cobrado.

  3. O cliente aproxima o celular ou lê o QR Code

    O aplicativo do banco abre com o valor preenchido. Não há chave para ditar nem valor para o cliente digitar.

  4. O banco confirma e o seu sistema recebe a baixa

    O terminal anuncia o pagamento por áudio, para o operador ouvir sem parar o que está fazendo. No mesmo instante o PixMate chama o seu webhook, e o valor já está na conta do estabelecimento.

O que muda no seu sistema

Uma chamada para cobrar e um aviso de volta quando o dinheiro entra. Não há módulo para instalar no caixa, servidor nosso para hospedar nem troca do sistema de gestão.

Para cobrar

O seu sistema chama a API informando o terminal, o valor e o número do pedido. O QR Code sobe naquele terminal e a resposta traz o código do Pix, caso você queira exibi-lo também na sua tela.

Para dar baixa

O PixMate chama o endereço que você cadastrar assim que o banco confirma, devolvendo o número do pedido que você enviou. É o que baixa o título no sistema certo, sem conferência manual.

Para testar antes

Há um ambiente de testes com credenciais próprias. O QR Code aparece de verdade na tela e uma chamada simula o pagamento, sem dinheiro real e sem tocar na operação.

A documentação da API é pública e segue o padrão do Banco Central.

Perguntas frequentes

O que o nosso sistema precisa fazer?
Duas coisas: chamar um endereço HTTP para criar a cobrança, informando o terminal e o valor, e receber de volta um aviso quando o pagamento entrar. O padrão segue o do Banco Central, e há um ambiente de testes em que o pagamento é simulado, sem dinheiro real. A documentação da API é pública.
Isso substitui a maquininha de cartão?
Não. O PixMate cuida do Pix, e a maquininha continua fazendo crédito, débito e voucher. Os dois ficam lado a lado no caixa, cada um comandado pelo mesmo sistema. A diferença é o custo: no Pix o valor cai inteiro na conta do estabelecimento, sem percentual por venda e sem prazo de repasse.
Precisamos trocar o sistema da loja?
Não. O sistema continua o mesmo — o que ele ganha é uma chamada a mais no momento de cobrar. Não há módulo para instalar no caixa nem servidor nosso para hospedar.
Como o pagamento volta para o nosso sistema?
Assim que o banco confirma, o PixMate chama o seu webhook com o identificador que você enviou na cobrança. A baixa acontece no pedido certo, sem casar por valor e horário no fim do dia. O mesmo identificador aparece no painel e na exportação em CSV.
O operador precisa mexer no terminal?
Não no fluxo integrado: quem comanda o aparelho é o sistema, e o operador só ouve a confirmação. O terminal também aceita uma cobrança digitada nele, sem integração nenhuma. É assim que ele funciona nas outras situações de atendimento, e serve de saída para uma venda fora do sistema.
O dinheiro passa pela conta de vocês?
Não. A cobrança nasce na conta bancária do próprio estabelecimento, com as credenciais dele, e o valor pago vai direto para lá. Sem repasse, sem espera e sem intermediário. O PixMate fornece o terminal e o sistema; não recebe nem custodia o valor.
O operador ainda precisa conferir o comprovante?
Não. Quem confirma é a instituição financeira, em tempo real, e o terminal só exibe "pago" e anuncia por áudio depois que o valor entrou na conta. Comprovante adulterado e transferência agendada que nunca se efetiva não passam por essa verificação.
E se a internet cair?
O Pix depende de confirmação do banco em tempo real, então a cobrança exige conexão no momento da venda. Vale para qualquer forma de receber Pix — não é uma limitação do terminal. O terminal usa a rede Wi-Fi do estabelecimento e reconecta sozinho.

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